Olinda Maria de seu nome e Alfarelos de nascimento, optou por um muito mais artístico e sonoro “LINDINHA LUCAS” para singrar na vida artística do Porto, cidade que a acolheu de braços abertos e sorrisos rasgados.
Das muitas amizades que fez, realça três a quem chama de agentes, ou num tom mais carinhoso, de pais. São eles: Diogo Trindade, Pedro Pinheiro dos Santos e Pedro Crispim, todos orgulhosa e vincadamente oriundos desta bela cidade, a qual apresentaram à nova amiga e fizeram questão de devolver a simpatia apresentando a amiga à cidade.
Como agentes, os três amigos partilham as tarefas de criação, de desenvolvimento, de produção e de promoção de todos os espectáculos onde a Lindinha Lucas se revela, ou nas suas palavras, se despe.
Todos esses espectáculos têm nomes diversos. O primeiro e âncora desta carreira artística foi uma Pilsner Checa, mas novos espectáculos estão previstos já para este mês.
Os espectáculos actuais da Lindinha são:
- “Pilsener Checa”, Czech Pale Lager
, 5.8% alc.;
- “Pink Kolsch”, Kölsch, 5.2% alc;
- “Porter”, English Porter, 5.0% alc;
Eventos:
- 12 de Março - Apresentação da Lindinha Lucas Pink, “ou só Rosa Lucas para os amigos, e que é uma Kölsch fresca, frutada, simples, ideal para quem só agora conheceu este mundo artístico.”
- 19 de Março - Apresentação do espectáculo Porter, “numa representação mais escura e ao mesmo tempo mais doce e intensa, e por fim, a 30 de Abril, apresenta na festa de 1º Aniversário da sua “BEERNISSAGE” no Porto, aquele que será o espectáculo mais complexo, elaborado e sofisticado de sempre, mas para já fica o suspense.”
- 30 de Abril – 1º Aniversário Lindinha Lucas.
E onde assistir aos espectáculos? Para já na Cidade do Porto, n’O Catraio, na Embaixada do Porto, nos Mariscos da Foz, no Reco da Baixa, na Tavi, entre muitas outras casas de espectáculo de nome.
ODE À LINDINHA LUCAS - CERVEJA ARTESANAL À MODA DO PORTO
Nascida e criada em terras de Alfarelos, cresceu muito junto a vacas e vitelos.
Corria ligeira por veredas e castelos, mas sempre sozinha, amigos nem vê-los.
Foi crescendo gaiata, e bem torneada, cabelos ao vento, e sempre desgrenhada.
De corpo roliço, e cara pintalgada, a mente aberta, e a pele bronzeada.
Veio para o Porto, deixou a aldeia, viu coisas novas, e de tudo ficou cheia
Fez amigos e amigas, isto antes da ceia, e do que ia fazer já tinha uma ideia.
Ia ser stripteaser, ia só dançar nuínha. Andar como na aldeia, sempre bem torneadinha.
Aprendeu o burlesco, o varão e a tanguinha, conheceu os prazeres, e a cerveja fresquinha.
De Olinda Maria, passou a Lindinha, mas algo faltava a esta mocinha.
Queria uma mota (e uma tatuagenzinha), e p'ra isso não dava essa alcunha fraquinha.
Pensou e pensou, mas só em coisas malucas, porque só era miúda de trucas e trucas.
Mas forçou, forçou, e depois de umas cucas, optou pelo nome do cão, seria LINDINHA LUCAS.